segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Como uma estrela

"Hei! Olha lá para o céu... tem tantas estrelas. Vá escolhe uma e pede um desejo... vá pede um desejo...
Um desejo? Se ainda me desses uma estrela..."


Como uma estrela, que só brilha quando quer
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura
Mas a estrela mais brilhante brilha na noite mais escura

Como uma estrela, que só brilha quando quer
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura
Mas uma estrela brilhante brilha em qualquer noite escura

Olha pró céu e escolhe a estrela mais brilhante
Pede um desejo que eu peço o meu num instante
Eu quero tudo uma palavra, o gesto que eu imagino
Num momento em que consigo mostrar quanto valorizo o teu brilho
Peço a coragem p‘ra dizer de forma que percebas
Qu’é pelo brilho e p’ra que brilhes sem que te esqueças
Enquanto te observo se mais ninguém olhar p’ra ti
Eu espero que a noite caia só p’ra te ver brilhar p’ra mim
Sem os afectos que o teu mundo ainda te nega
Eu sinto obrigação de te mostrar que vale a pena
Brilhar por um sorriso, pela coisa mais pequena
Seja quando já estás bem ou quando choras num telefonema
Que eu acredito no teu brilho e em tudo o que fazes
Eu só te tento motivar a brilhar sem que te apagues
Só quero isso mesmo quando tu te vais
Porque eu acredito e sei que consegues brilhar ainda mais

Como uma estrela, que só brilha quando quer
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura
Mas a estrela mais brilhante brilha na noite mais escura

Como uma estrela, que só brilha quando quer
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura
Mas uma estrela brilhante brilha em qualquer noite escura


Se consegues ver o brilho que te trás a melodia
Vês um suspiro num esforço que o meu rosto evidencia
Que não desiste porque não é por receber ou dar
É reconhecer a estrela que o mundo não vê brilhar
E o sacrifício fez-me ditar mal sentenças
Que só queria que tu visses que vales mais do que tu pensas
Eu não quero que brilhes num coração de porta fechada
Só porque as estrelas do céu a mim já não me dizem nada
Tu és a estrela que eu mais gosto de ver brilhar
Eu confesso que admiro o teu brilho ou te valorizar
Eu só quero que brilhes, eu só quero que fiques
Feliz sem que tu retribuas ou justifiques
Que saibas que quem te ajuda, conforta e se preocupa
Não quer nada em troca ou colocar-te em posição de culpa
Não deves nada e não posso ser mais sincero
Quando digo que o sorriso no teu rosto é tudo o que eu quero
E a promessa que sorrirás toda a vida
Mesmo que o tempo me leve um momento de despedida
Como uma estrela que mesmo depois de extinta
Ainda brilha no céu negro de uma noite limpa
Nos ilumina quando o escuro nos mete medo
Que nos fascina por saber que ali vive um segredo
E quando o sol se põe tudo parece mais fácil
No escuro o teu brilho faz te parecer menos frágil
Por isso brilha… brilha como nunca agora
Não tenhas medo de poder brilhar pela noite fora
Se isto não faz sentido também não faz o que tu dizes
Que tu gostas das estrelas e elas nem sabem que existes

Como uma estrela, que só brilha quando quer
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura
Mas a estrela mais brilhante brilha na noite mais escura

Como uma estrela, que só brilha quando quer
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura
Mas uma estrela brilhante brilha em qualquer noite escura

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Sonho meu:

Vagueando num delírio
Na perfeição de um pesadelo
Quão triste… tão medonho
Alegre, feliz e belo

Buscando o que não tenho
O real perfeito
Num sonho procuro
Uma vida de sonho

Embalado pelo amor
Fecho os olhos no medo
Abre-se assim sonho meu
Dois céus, duas almas, um mel…

Gasto anos no escuro
A imaginar a luz
O brilho de tua alma
Queimante de minha quimera

Vácuo de tristeza
Cintilante de magia
Tudo se tem, tudo se ganha
Neste mundo de fantasia

Mas tudo não passa disso…
Um sonho, um areal
Com o piscar dos tristes
Enfraquece-se a alma

Só tu me fazes viver
O meu sonho real
A alegria de te ver
Sonho meu: meu bem, meu mal…

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Sem apanágios

Sem apanágios
Recolhendo imagens
Escondendo mil sonhos
No tremor dos pesadelos

Sentado num lago
Apaixonado pela água
Correndo os montes
Morto e vivo

Colhendo amores
Inventando mil fogos
Numa ilusão perdida…
A cadencia de meu ser

E seu destino macabro
Tragiando o presente
De quem sonha e sente
Um futuro tão passado.

domingo, 15 de julho de 2007

Ainda continuo meu dono

Não percebo porque as pessoas se tratam com uma distância tão grande, apesar de "se gostarem" tanto… esta nova forma de se dizer as coisas e tratar os sentimentos, ridiculariza quem trata com carinho as palavras. Num mundo onde todos são cúmplices do mesmo mal, todos se rescrevem e plagiam, pois a verdade essa não existe…

Na minha aldeia as pessoas não se tratavam assim… mas por breves instantes nova gente apareceu e fez dela uma pequena vila, onde já não existia aquela afinidade, mas dentro do meu bairro… sempre contente e grandioso na sua pequena insignificância… Brevemente o meu bairro se tornou a minha aldeia e aquela pequena vila enfeitou-se para a chegada de meu novo ser, encostou-se à realidade, recebendo foral de alegria e de grande compostura…
O seu centro, sem saúde aparente, era redondo e entristecido por uma contente multidão… dentro de mim, renascia uma rua, cheia de tormentas e paredes grosseiras, se fez um bairro de simpatia e apaziguamento… A minha pequena cidade, agora grande metrópole recebera um novo “ele”, aperaltado para tal ocorrência, perdi-me na minha pequena rua… e “ele” passou a voz… e nós ficamos na nossa casa, sozinhos dentro de nós mesmos… despertos para a confusão que se criara à volta da sua voz…
Porque a minha rua era muito extensa a metrópole passou a estado e a condado… e país e continente… no fundo este é o meu mundo.

Continuo sem perceber porque as pessoas se tratam com uma indiferença tal, apesar de "se quererem" muito… esta nova forma de se falar as coisas e cuidar a índole, satiriza quem trata com afecto as palavras. Num universo onde todos são coniventes de idêntico erro, qualquer um se rescritura e copia, pois a verdade continua na minha posse…

segunda-feira, 9 de julho de 2007

A verdade

Os sonhos só eu os vivo, porque só eu os sei viver, pois eu é que os monto e desmonto… sonho-me e sonho-te, ainda vejo mil cores e vejo claramente o negro de minha alma… sento-me à beira de meu pensar e encostado a mim mesmo choro-me por mim…
A constante sou eu que a determino, sou eu que a moldo e conto comigo mesmo para a moldar, em sonhos penso-me constante longe de mim, tão perto de ti…
Só eu sei controlar-me, só eu sei viver-me… sentir-me, corrigir-me e matar-me de novo no inicio de tudo… e fujo e volto a fugir… mas de mim não saio até te atingir…
A verdade? Só eu a sei, porque só eu a vivo, porque só eu a digo...

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Grade me!

Sinto falta da escola... que alguém me avalie... os prazos, a correria dos testes... apresentações... as avaliações...

Please somebody GRADE ME!