Sonhador, contador de coisas inimagináveis que sozinho idealizo, em mim e em ti e em nós… gosto disso, gosto-te, perco-me, mas quero.
Perfeito, este sentimento é meu, não o inventei, nasceu-me-te, vibro com isso, conquisto, perco-me em gostos, perfeitos e meus, mas também teus, esquecidos dentro de mim, onde só mora quem lá mora… e entra-se e conquisto-me. Gosto disso.
E num ápice tudo se morre e tu não estás e tu te vais, já não sou eu, então, em prantos, procuro-te, romanticamente te procuro; procuro-nos em sonhos que já não tive, quero tê-los. Quero-te. Mil sonhos e devaneios e gostos, por ti e por nós. Adoro isso.
O que é isso? Tanto e tão recorrente, isso é aquilo e mais-que-tudo, mais-que-perfeito. És tu, tão incoerente, meu recurso de sonhos, meu sonho real. Adoro-te. Sem dúvidas, vivo-te-me.
E o imaginário é real, juntos imaginamos um… e eu e tu e nós… inventamos gostos e devaneios e paixões.
E num ápice um nós.
Adoro-te a ti!
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Novamente em mim
Cavo-me na esperança de te destapar... deixo-me enfeitiçar por ti. Perco-me.
Simplesmente perco-me em teu olhar. Enfeitiças-me. Odeio-te. Quero-te. Procura-me que eu procuro-te-me.
Abraça-me. Toca-me assim, como nem eu sei, mas continuo imaginando que já senti aquilo que nunca te soube... aquilo que te quero provar.
Consomes-me com o teu olhar. Fica comigo.
Simplesmente perco-me em teu olhar. Enfeitiças-me. Odeio-te. Quero-te. Procura-me que eu procuro-te-me.
Abraça-me. Toca-me assim, como nem eu sei, mas continuo imaginando que já senti aquilo que nunca te soube... aquilo que te quero provar.
Consomes-me com o teu olhar. Fica comigo.
domingo, 31 de agosto de 2008
Undívago
Quando chegamos perto do fim, só pensamos no bom do início... e eu sonhei-me num fim, onde não podia chorar, nem desculpar-me... apenas podia manter-me acordado para te fazer viver. As acções que pareciam injustificáveis, justificaram-se em dores internas e exposto aos gritos, não de dor, mas de ardor, por te ver ferver num pesadelo que não é o teu, que não é o nosso… e vendo-te consumida por um desejo que não escolheste; alimentou-me de sustos e previsões de uma vida curta, exposta a um fim, tombando-me redondo, esquecido, arrefecendo ao som de uma lira, adocicada por um ser, de véus e turbantes. Os sonhos dos esquecidos, lembrando-nos da nossa efemeridade… salgando mais um corpo que jaz a seu lado, que jazia, já não há… deixou de ser… passou além, além do que eu poderia imaginar…
Subo à superfície para mais uma golfada de ar, aprendendo os sentidos todos de novo, conhecendo um a mais… a dependência.
E continuo remando com a força de um vivente e com os sonhos de um undívago… procuro por um fim na minha ilha perdida…
Subo à superfície para mais uma golfada de ar, aprendendo os sentidos todos de novo, conhecendo um a mais… a dependência.
E continuo remando com a força de um vivente e com os sonhos de um undívago… procuro por um fim na minha ilha perdida…
sábado, 26 de julho de 2008
Ainda te procuro
Constroi-se uns sentidos acentes numa base frágil e esquecida.
Dói, custa, mas continuamos. Vivemos e esperamos por melhoras...
Assim me vivo, procurando por melhoras, pensado nesse futuro que nunca mais chega, ansiando um sonho que nunca mais consigo viver... aquele sonho de menino...
Procuro-me e ainda não me encontrei, esqueço-me e entretenho-me nas entranhas de um dia-a-dia... pesquiso-me na floresta de um quotidiano perdido, bem lá atrás daquele sonho de imagens a sépia... perco-me nos bosques da incerteza e procuro-me-te...
Ainda te procuro...
Dói, custa, mas continuamos. Vivemos e esperamos por melhoras...
Assim me vivo, procurando por melhoras, pensado nesse futuro que nunca mais chega, ansiando um sonho que nunca mais consigo viver... aquele sonho de menino...
Procuro-me e ainda não me encontrei, esqueço-me e entretenho-me nas entranhas de um dia-a-dia... pesquiso-me na floresta de um quotidiano perdido, bem lá atrás daquele sonho de imagens a sépia... perco-me nos bosques da incerteza e procuro-me-te...
Ainda te procuro...
domingo, 22 de junho de 2008
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