quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Devaneio Absoluto

Tu, devaneio completo, a idealização de um sonho mais que perfeito. Irreal. Uma constante felicidade… sem pensamentos vácuos, só tu. Presença de uma realidade, fora do imaginário.
Deusa, sonhante de meus beijos. Ardor de chamas imensas e coloridas e cheiros de amor. A perfeição irreal. Minha realidade… minha e perfeita… sinto-me perfeito.
Mais que felicidade, segundo a segundo… um aroma de doces paixões e ardores. Amores.
Pedro, de sonhos mil… rei de sua Deusa… Inês… encrostada a seu coração, presa a um sentimento… até que a morte os separe. Pedro Romeu e Julieta Inês.
Até que a morte nos separe. Amor. Presente e não sonhado. Tu. Irrepreensível, sem pingo de amargura, doce pingante de futuros e anelos. Devaneios de meu coração, a ti prometido. Teu por natureza, latejando-te.
Afecto, puro e complexo… meu, teu, nosso… e ardor e paixão e amor… num simples desvario absoluto.
Amo-te.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Porque quero

Perdi-me. Vi-te e perdi-me. Bela e linda. Gostei de ti. Atenções em ti. Meu olhar por ti. Tu.
Penso em ti, passa o tempo e eu penso em nós, gasto segundos, minutos, dias… em ti e em nós. Porque sim. Porque quero, quero ser assim, ser como tu: feliz.
Teu e nosso, meus sentimentos, são os meus sonhos. És rodos os meus sonhos e juntos somos o impossível, aquilo que nunca ousei sonhar.
Passou pouco tempo, pouco mais que meio mês e ainda sonho… ainda penso que vou acordar e tu não estás e tu não és…
Perduro com temor que amanhã já não estejas aqui, porque te quero mais que qualquer devaneio meu, os que tive e os que nunca vivi, os que nunca percebi, os que só tu me ensinaste…
Sois todos os sentimentos que nunca pensei que existissem… ousei viver-te e agora não te quero perder. Se te amo, eu nem sei.

18/11/2008

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Rita

As palavras esgotam-se quando falo de ti...
Construo-nos em sonhos que cada dia parecem mais reais... e deixas-me átono, num pousio de palavras... sei que quero-te mais do que o que sei dizer, do que o sei sonhar... és superior a todos os meus mais altos sonhos.
Sem amargos, acho-me em ti. Amamo-nos e somos felizes. Sou feliz.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Em mim. Em ti.

Sonhador, contador de coisas inimagináveis que sozinho idealizo, em mim e em ti e em nós… gosto disso, gosto-te, perco-me, mas quero.
Perfeito, este sentimento é meu, não o inventei, nasceu-me-te, vibro com isso, conquisto, perco-me em gostos, perfeitos e meus, mas também teus, esquecidos dentro de mim, onde só mora quem lá mora… e entra-se e conquisto-me. Gosto disso.
E num ápice tudo se morre e tu não estás e tu te vais, já não sou eu, então, em prantos, procuro-te, romanticamente te procuro; procuro-nos em sonhos que já não tive, quero tê-los. Quero-te. Mil sonhos e devaneios e gostos, por ti e por nós. Adoro isso.
O que é isso? Tanto e tão recorrente, isso é aquilo e mais-que-tudo, mais-que-perfeito. És tu, tão incoerente, meu recurso de sonhos, meu sonho real. Adoro-te. Sem dúvidas, vivo-te-me.
E o imaginário é real, juntos imaginamos um… e eu e tu e nós… inventamos gostos e devaneios e paixões.
E num ápice um nós.
Adoro-te a ti!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Novamente em mim

Cavo-me na esperança de te destapar... deixo-me enfeitiçar por ti. Perco-me.
Simplesmente perco-me em teu olhar. Enfeitiças-me. Odeio-te. Quero-te. Procura-me que eu procuro-te-me.
Abraça-me. Toca-me assim, como nem eu sei, mas continuo imaginando que já senti aquilo que nunca te soube... aquilo que te quero provar.
Consomes-me com o teu olhar. Fica comigo.